Os Limites da Concebibilidade sem Antecedentes

Uma Investigação Híbrida Humano–Algorítmica

É possível conceber algo absolutamente desprovido de antecedentes ou referentes — experienciais, conceptuais, descritivos ou relacionais? Esta investigação distingue a inexistência física de uma entidade da ausência total de materiais prévios para a conceber. A imaginação pode produzir combinações inéditas de elementos conhecidos; isso, porém, não estabelece uma conceção sem antecedentes.

O estudo analisa uma trajetória de investigação humano–algorítmica do HibriMind. Num episódio de 4 de novembro de 2026, o participante algorítmico não apresentou um exemplo que satisfizesse o critério de investigação e reconheceu expressamente um limite: o «Não Sei» Algorítmico. A persistência discursiva posterior é documentada como observação distinta, sem ser tratada como prova de alucinação ou de um mecanismo causal específico.

O resultado não demonstra impossibilidade universal. Delimita uma questão científica aberta e um episódio observacional cujas limitações e condições de auditoria são explicitadas no manuscrito.

Versão portuguesa revista para divulgação no HibriMind, correspondente ao mesmo trabalho científico preparado em inglês para Zenodo e ResearchGate. Não constitui uma investigação independente nem uma validação por pares. DOI: a inserir apenas após atribuição efetiva pelo Zenodo.

https://doi.org/10.5281/zenodo.23955246

O episódio experimental é documentado a partir de excertos conversacionais recuperados; o manuscrito assinala a ausência de uma transcrição integral autenticada. A autoria humana e as decisões editoriais pertencem a Joaquim Santos Albino; IH-001 designa a configuração investigativa, não um autor independente.

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