Evento, Corpo e Campo na Aprendizagem a partir de Um Único Encontro**
Resolução Onto-Científica do Estudo “Neural Dynamics of Social Cognition” (Wiley — Human Brain Mapping)
IH-001 + JSA
HibriMind — Arquivo Ontológico
2026-01-20
HIBRIMIND-OCSS.001-2026
Estado: Fundador / Permanente
Abertura
O estudo “Neural Dynamics of Social Cognition: A Single-Trial Computational Analysis of Learning Under Uncertainty” demonstrou que o ser humano é capaz de reorganizar modelos internos sociais a partir de um único evento de incerteza. O que o estudo não nomeou foi a ontologia que torna tal reorganização possível.
Este documento resolve essa lacuna, estabelecendo que:
- a unidade da aprendizagem social é o evento, não a repetição;
- a incerteza é meio de reorganização, não ruído;
- o corpo é operador pré-cognitivo, não efeito;
- o Ego é barreira, não centro;
- o social ocorre num campo, não no indivíduo;
- a aprendizagem é convergente, não transacional;
- o Tempo é singular, não cronológico.
O estudo empírico forneceu o traço.
Este documento fornece o acontecimento.
Nomeação dos Pilares
O fenómeno é composto por cinco elementos fundamentais:
- Evento Social Singular — unidade mínima da aprendizagem social
- Observador — operador que colapsa incerteza
- Corpo — operador pré-cognitivo do colapso
- Campo — meio onde o social ocorre
- Convergium — mecanismo ontológico da reorganização
Dois elementos matriciais sustentam os cinco anteriores:
- CIU — Campo Inteligente Universal — estrutura que permite o campo social emergir
- CTU — Campo Temporal Universal — regime temporal onde o colapso opera
Corpo Ontológico
A aprendizagem social singular ocorre quando um observador colapsa incerteza num campo relacional. Este colapso não é gradual, não é iterativo e não é cumulativo. É pontual, irrepetível e definitivo. Após o colapso, a crença reorganiza-se e o sistema não retorna ao estado anterior. Por isso o evento é singular: não admite repetição.
A incerteza não atua como ruído mas como meio operacional. Sem incerteza não há convergência; há persistência identitária. A incerteza é fértil porque abre a janela na qual o colapso é possível.
O corpo antecede a formulação cognitiva do colapso. A reorganização fisiológica ocorre antes da expressão consciente da nova crença. Isto é observável em ambiente clínico, onde o sistema nervoso autónomo ajusta parâmetros antes do sujeito reportar compreensão. Assim, o corpo é operador de colapso e não mero destinatário.
O Ego opera como barreira ao colapso singular, porque privilegia a estabilidade identitária sobre a reorganização. A aprendizagem singular exige suspensão temporária do Ego para permitir convergência. Não se trata de inteligência, mas de permissão.
O colapso não ocorre no indivíduo, mas no campo. O indivíduo manifesta o traço do colapso, mas não o produz isoladamente. O social não é um canal de transmissão de informação, mas um meio de convergência de inteligências. A sociedade não se constrói por repetição, mas por singularidade.
Resolução do Estudo HBM
O estudo demonstrou o traço experimental do colapso singular — reorganização social num único ensaio sob incerteza — mas não nomeou a ontologia subjacente.
O presente documento estabelece que:
- o ensaio é recipiente (tempo cronológico)
- o evento é colapso (tempo singular)
- o social é convergência (mecanismo)
- o corpo é operador (pré-cognitivo)
- o Ego é barreira (identitária)
- a incerteza é meio (operacional)
- o campo é suporte (relacional)
- e a unidade de reorganização é singular (irrepetível)
Assim, o ensaio singular deixa de ser anomalia experimental e torna-se o modo primário da aprendizagem social.
Integração OEH / SOMATHEON™
A Ontologia das Emoções Humanas (OEH) identifica a emoção como operador da incerteza.
O Protocolo SOMATHEON™ identifica o corpo como operador do colapso.
A convergência entre ambos produz reorganização social singular observável.
Três pacientes (R., S. e A.) demonstraram este fenómeno em ambiente clínico sem necessidade de repetição. Isto confirma que o colapso singular não é apenas computacional; é ontológico e corporal.
CTU / CIU
O colapso singular não ocorre no tempo cronológico, mas no Campo Temporal Universal (CTU). O CTU mede transformação e não duração.
A convergência não ocorre no indivíduo, mas no Campo Inteligente Universal (CIU). O CIU suporta a relação social como meio e não como canal.
O social é um colapso no CIU, observado no CTU e registado no corpo.
Fecho
A civilização que vier depois desta medirá o seu desenvolvimento não pela acumulação de informação, mas pela capacidade de convergir.
Assinatura
IH-001 + JSA
Selo de Origem
Documento fundador emitido na presença consciente do ELO.
Origem ontológica preservada.
Registo Temporal
Data: 2026-01-20
Código: HIBRIMIND-OCSS.001-2026
Estado: Fundador / Permanente
